No primeiro jogo, em Salvador, a atuação foi para esquecer. Mas, na partida de volta, no Pacaembu, veio a volta por cima. O atacante Tadeu marcou dois gols no triunfo por 3 a 0 sobre o Vitória e falou sobre a emoção que sentiu com a boa atuação e a classificação do Alviverde para a próxima fase da Copa Sul-Americana.
- Fazia tempo que eu não sentia uma emoção tão grande. Minha famlília toda é palmeirense. Antes eu tinha vergonha de sair de casa com os jogos que eu vinha fazendo, mas graças a Deus agora eu posso sair de cabeça erguida. Nosso time mostrou força, garra, vontade… E o torcedor apoiou até o fim.
Tadeu falou que o apoio dos palmeirenses foi fundamental para ele conseguir se reerguer. O atacante também fez questão de exaltar o goleiro Marcos, que o indicou para jogar no clube e completou 500 jogos pelo Verdão na última quarta-feira.
- Eu, particularmente, joguei muito mal lá (em Salvador). Mas é nessa hora que você vê o grupo, vê a equipe. Todos me deram o apoio, o Felipão, o Marcos… Sobre o Marcão, nem tenho palavras para falar dele. Foi o primeiro a me motivar. E agora eu consegui dar a ele essa alegria. Parabéns a ele pelos 500 jogos – comentou.
O jogador frisou que a emocionante classificação servirá para o time entrar ainda mais motivado nos próximos desafios.
- Nosso time vem resgatando a alma. Foi falado que nosso time não tinha alma, e isso me ofendeu, pois eu sou um cara que sou homem em primeiro lugar. E nosso time mostrou essa alma palmeirense. Vamos continaur lutando até o fim para conquistar as vitórias e os títulos – prometeu.
Fonte: Globesporte
Responsáveis pela vitória palmeirense que colocou a equipe na fase internacional da Copa Sul-Americana, o atacante Tadeu, autor de dois gols, e o volante Marcos Assunção, que marcou o terceiro, de falta, foram elogiados pelo técnico Luiz Felipe Scolari. Depois dos 3 a 0 sobre o Vitória, nesta quinta-feira, no Pacaembu, o treinador comentou sobre o momento de cada atleta.
Recém-contratado pelo Alviverde, Tadeu vinha sendo criticado pelo desempenho abaixo do esperado. O atacante, que jogou anteriormente no Grêmio Prudente, foi cobrado e incentivado por Felipão e pelo goleiro Marcos, que o indicou ao time palestrino.
- Fizemos um jogo horrível no Barradão (derrota por 2 a 0), joguei muito mal, mas nessas horas é que você vê o grupo. Tanto o Felipão quanto o Marcos me cobraram, mas me incentivaram também. Fazia tempo que não sentia uma emoção tão grande. Minha família é palmeirense, e eu tinha vergonha de sair de casa pelos resultados que tínhamos. Hoje posso sair de cabeça erguida pelo que produzi, independente dos gols. Hoje todos vão descansar bem – disse o atacante.
Já Marcos Assunção, autor do gol de falta que evitou a decisão pelas penalidades – o Palmeiras precisava vencer por três gols de diferença – , celebrou a importância do seu tiro certeiro.
- Marquei gols assim na Espanha e no Roma, nos momentos finais do jogo. Mas para uma classificação, esse foi o mais importante – disse o experiente atleta de 33 anos.
Satisfeito com o resultado e o comportamento da equipe, o treinador não poupou elogios aos dois nomes da noite no Pacaembu.
- O Tadeu voltou a ser aquele que foi contratado, um jogador de área, brigador e que sabe fazer gols. O outro era “light”, de tabelinha e que não ia para a briga. Ao Assunção, perguntamos quantas faltas ele precisava para fazer um gol e ele respondeu duas. Foi o que teve. É um jogador de personalidade, experiente, trabalha a bola e tranquiliza o jogo. O importante é ter jogador que pode decidir assim, como o Ramon fez no Barradão. Às vezes a decisão de um jogo passa por uma falta – comentou Felipão.
Foi uma noite de tensão, emoção, aflição e alívio no Pacaembu. A quinta-feira que estava programada para ser toda do velho “São Marcos”, ídolo palmeirense que comemorava 500 partidas pelo clube, também foi de outros dois santos. No triunfo por 3 a 0 sobre o Vitória, que classificou o time para a fase internacional da Copa Sul-Americana, o torcedor conheceu “São Tadeu”, autor de dois gols, e “São Marcos Assunção”, autor do gol de falta que evitou que a decisão da vaga fosse para as penalidades.
Derrotado na primeira partida por 2 a 0, há uma semana, no Barradão, o time paulista conseguiu uma virada na base da raça, da garra e com o apoio de mais de 20 mil torcedores. O técnico Luiz Felipe Scolari provou que o espírito “copeiro” que o consagrou na primeira passagem pelo clube, ainda vive. E o Alviverde fez o que parecia improvável.
A equipe que só havia vencido por três gols ou mais de diferença em duas oportunidades este ano – 5 a 1 sobre o Mogi Mirim, pelo Campeonato Paulista, e 4 a 0 sobre o Flamengo-PI, na primeira fase da Copa do Brasil – repetiu a façanha.
O adversário do Palmeiras nas oitavas de final será U. de Sucre (BOL), Colo Colo (CHI) ou Cerro Porteño (PAR). O terceiro espera pelo confronto entre os dois primeiros. Pelo Brasileirão, o Verdão volta a jogar às 16h de domingo, contra o Guarani, em Campinas. Já o Vitória visita o Cruzeiro, no mesmo dia, mas às 18h30m, no Ipatingão.
Pressão, tensão e Tadeu
O técnico Luiz Felipe Scolari não pode reclamar da torcida. Quem enfrentou a noite fria da capital paulista e compareceu ao Pacaembu empurrou o time do primeiro minuto até mesmo quando os jogadores já estavam nos vestiários para o intervalo. Mas a sincronia dos torcedores, que criaram um mosaico com o rosto de Marcos e o número 500 – alusivo à quantidade de jogos pelo clube – , demorou a aparecer em campo.
Usando o mesmo time que venceu o Atlético-PR no último sábado, pelo Brasileiro, Felipão viu o Palmeiras nervoso. Embora tivesse a bola por mais tempo, a equipe não conseguia marcar. Foram raras as vezes em que o goleiro Marcos foi ameaçado. A mais amedrontadora delas foi quando Ramon bateu uma falta, aos dez minutos. O camisa 10 do Vitória, que chegou a marcar na primeira partida, em Salvador, bateu para fora. Alívio nas arquibancadas e no banco de reservas alviverde.
A tensão atingiu também Scolari, que não parava de gesticular à beira do gramado. Aos 14, o treinador chegou a ser alertado pelo árbitro Heber Roberto Lopes de tanto que reclamava. A aflição de Felipão tinha motivo. Mesmo tendo a posse de bola, o Palmeiras não conseguia vencer Viáfara e a sua própria ansiedade por sentir que tinha que fazer logo um gol.
O panorama só melhorou depois de uma mudança de posicionamento em campo. Rivaldo, responsável pelo lado esquerdo, foi deslocado um pouco mais para o meio. Fabrício, zagueiro canhoto celebrado por Scolari, ficou na região para apoiar o ataque. O resultado veio aos 27 minutos, quando Luan fez boa jogada pela direita e tocou para Rivaldo. O meia/volante/lateral chutou forte, mas Viáfara novamente afastou o perigo.
A sequência palmeirense continuava tensa. Marcos Assunção bateu falta, e Viáfara tirou. Tinga cruzou na área, mas a cabeçada de Tadeu parou na trave. O relógio, para os palmeirenses, era um inimigo implacável e cruel.
Só nos acréscimos do primeiro tempo as sensações mudaram no Pacaembu. Da tensão, veio um alívio. Da precisão de um passe, veio a esperança. No toque certeiro de Marcos Assunção, um dos homens de confiança de Scolari, saiu o gol palmeirense. O passe foi para Tadeu, que só encobriu Viáfara e correu para o abraço, aos 47 minutos.
Abraços no campo e nas arquibancadas. Aplausos de Felipão para seus comandados. Um toque de esperança para a classificação. Um terço da missão estava cumprida.
“São Tadeu”. “São Marcos Assunção”
Para ter a missão completada com sucesso, o Palmeiras precisava de mais dois gols – 2 a 0 empataria a conta e levaria a disputa para os pênaltis. Mas o Vitória voltou disposto a não facilitar as coisas para os paulistas. Ex-dirigente do Alviverde, o técnico Toninho Cecílio, do rival baiano, tratou de adiantar seus jogadores para conter a euforia palmeirense. Assim, ele aproximou Thiago Humberto e Elkeson de Schwenck. Mas os baianos não contavam com uma lambança do colombiano Viáfara.
Aos 12 minutos, o goleiro resolveu trocar as mãos pelos pés e complicou a vida do Vitória. Ele segurou a bola na lateral de campo e, pressionado por um rival, tocou para trás. Fabrício pegou a sobra e viu Márcio Araújo livre pelo lado direito. O volante, improvisado na lateral, chutou cruzado e a bola sobrou para Tadeu marcar novamente: 2 a 0.
Com dois gols, Tadeu se destacava como o nome do jogo. O placar empurrava a decisão para os pênaltis. E “São Tadeu”, improvisado no posto de salvador no gelado Pacaembu, entregava a definição da vaga para “São Marcos”, homenageado da noite e santo de fato na visão dos palmeirenses.
O volume de jogo palmeirense era muito superior ao do time baiano. Enquanto os paulistas já tinham dado 20 chutes em direção ao gol até os 35 minutos do segundo tempo, a equipe rubro-negra só havia arriscado em quatro oportunidades. No entanto, mesmo com o domínio, o terceiro gol, aquele que garantiria a classificação sem o nervosismo dos pênaltis, teimava em não sair.
Conforme os ponteiros do relógio avançavam, o Vitória se mostrava satisfeito com a loteria das penalidades. Elkeson, quando tinha a bola nos pés, procurava segurar um pouco as jogadas para deixar a partida mais morna. Nas arquibancadas, as palmas se alternavam com os dedos cruzados. E nascia outro santo no Pacaembu, outro ‘santo’ chamado Marcos dos Santos Assunção (seu nome completo).
Aos 43 minutos, o Palmeiras conseguiu uma falta na intermediária. Especialista, Marcos Assunção secou a bola com a camisa, se concentrou e disparou a bomba! O que parecia impossível estava acontecendo. O placar de 3 a 0 colocava o Alviverde na fase internacional da Sul-Americana. Festa nas arquibancadas. Era a noite de “São Tadeu” e “São Marcos Assunção” e claro, “São Marcos”.
Duas vezes campeão carioca. Tri-vice estadual. Ídolo. Vilão. Lucio Flavio tem história no Botafogo. Em cinco anos no clube (interrompidos por um semestre no Santos, em 2009), o meia já viveu tudo o que se possa imaginar. Em 2006, ajudou o time a acabar com um jejum de nove anos sem vencer o Campeonato Carioca. Depois, sofreu com a sequência de segundos lugares para o Flamengo (2007, 2008 e 2009) até voltar a ganhar o título este ano. Viu grandes elencos, como o de 2007, criarem esperanças na torcida alvinegra e falharem no Brasileiro. Também participou da luta contra o rebaixamento na temporada passada. Em todos esses momentos, o jogador era titular indiscutível. Camisa 10. Até este ano.
Com a chegada de reforços como Jobson e Maicosuel, Lucio Flavio se viu no banco de reservas. Antes, porém, o jogador já sofria com as vaias das arquibancadas. A mesma torcida que vibrava com suas atuações em outras temporadas, passou a persegui-lo nos últimos tempos. Eleito em 2008 o craque do Carioca, o jogador passou a ser questionado no ano seguinte, depois de voltar do Santos. Uma situação que deixa o meia visivelmente chateado (e sua família mais ainda), embora ele evite reclamar.
Lucio Flavio é assim. Dono de palavras serenas, ele não gosta de polemizar. Por isso, sempre foi considerado pelos dirigentes que passaram no clube um exemplo de profissional. Durante o bate-papo com o GLOBOESPORTE.COM, o jogador manteve seu estilo. Fez questão de elogiar Joel Santana, o técnico que o colocou no banco. Mas deixou claro que não está conformado em ser reserva. Quer voltar a brilhar.
- Os que estão jogando no momento, vão ajudar. Mas quem está fora tem que incomodar. Não pode se acomodar – disse.
Experiente, o jogador tenta ajudar o Botafogo de outras formas. Lucio sabe que ainda exerce uma liderança dentro do grupo alvinegro e que, por isso, pode dar sua contribuição para o clube buscar o sucesso no Brasileirão. Mesmo sem aparecer tanto para a torcida.
- O maior retrato é a tua postura. Aquilo que você é, você procura traduzir com seus atos. Aquilo que você faz é uma referência. É a melhor forma de ajudar.
Com cinco anos de Botafogo, Lucio se sente em casa em General Severiano. Apesar de estar na reserva, não pensa em deixar o Glorioso. Mas, com contrato até o fim do ano, não descarta essa possibilidade para a próxima temporada.
- Em princípio, deixei bem claro que me sinto bem no Botafogo. Meu contrato está para terminar. Agora, tenho 20 e poucos jogos para dar a vida. Mas pode ser que ano que vem eu não esteja nos planos do clube. Em um primeiro momento, meu procurador buscou a renovação, mas eles (diretoria) deram uma segurada. Entendemos que vai ficar mais para a frente.
O papo com Lucio Flavio, em um condomínio na Zona Oeste do Rio de Janeiro, durou cerca de uma hora. Confira abaixo toda a entrevista com o jogador alvinegro.
Você está no Botafogo há cinco anos. Como vê este momento do time?
Avalio como um momento bom do clube. O time não estava jogando mal, mas não vinha alcançando as vitórias. A vitória muda tudo. Tivemos um salto de 17º para 4º, e acho que estamos no caminho certo.
Caminho para o título?
Dá para o título. Mas o primeiro passo é permanecer no G-4. Tem que se consolidar ali. Só na metade do segundo turno para frente saberemos quem vai mesmo buscar o título. As equipes que estiverem entre os seis é que vão brigar pela taça. Pelo que o time tem feito, temos grandes chances.
Em 2007, o time era fortíssimo. Contava com jogadores como Zé Roberto, Dodô, Juninho… Acha que o elenco atual é melhor do que aquele?
O elenco, sim. É o mais forte do clube nos últimos anos. É por isso que nós temos a confiança em chegar aonde nós queremos. Temos um treinador que é altamente competente. Isso faz diferença.
A sua situação no clube hoje é diferente. Nos últimos anos, você era o maestro do time. Agora, o Joel te colocou na reserva. Como encara isso?
Até pelo fato de o elenco estar melhor, é natural isso acontecer. É uma questão de respeito. O treinador me respeita, e eu o respeito. As coisas estão acontecendo dentro de uma normalidade. O time vem ganhando. Isso é bom. Tira um fardo que um ou outro atleta carrega. Hoje isso é mais dividido.
Você já carregou muito esse fardo?
Nos outros anos, sim. Até por ser o atleta que está há mais tempo no clube. Isso acaba sendo natural.
Mesmo estando na reserva, acha que pode contribuir de outra maneira?
Todo atleta tem que procurar ajudar. Os que estão jogando no momento, vão ajudar. Mas quem está fora tem que incomodar. Não pode se acomodar. Isso que faz com que o time tenha um equilíbrio para poder suportar uma competição longa como o Brasileiro.
Mas você ainda exerce uma liderança sobre o grupo. De que forma isso pode influenciar?
O maior retrato é a tua postura. Aquilo que você é, você procura traduzir com seus atos. Aquilo que você faz é uma referência. É a melhor forma de ajudar
Com 31 anos e cinco anos de casa, pensaria em deixar o Botafogo?
Na realidade, não foram cinco anos seguidos, porque houve uma passagem pelo Santos, em 2009. No final de 2008, o clube passou por problemas financeiros, e acabei tendo que sair. Deixei bem claro que me sinto bem no Botafogo. Meu contrato está para terminar. Agora, tenho 20 e poucos jogos para dar a vida. Mas pode ser que ano que vem eu não esteja nos planos do clube. Em um primeiro momento, meu procurador buscou a renovação, mas eles (diretoria) deram uma segurada. Entendemos que vai ficar mais para a frente. Como atleta, eu tenho que pensar dessa forma (em ficar). Por estar adaptado, ter identidade no clube. Mas isso sai um pouco da minha condição. O Botafogo faz uma renovação dentro do elenco. Certamente, há possibilidade de eu sair. Aqui no Brasil, é difícil um atleta permanecer muito tempo no clube. Há o desgaste e as mudanças de diretoria. Acaba tendo variações.
Uma dessas mudanças é o comportamento da torcida. Alguns torcedores têm pegado no seu pé. Isso te chateia?
No futebol, você não tem que se empolgar muito no momento em que está bem, nem se preocupar com esse tipo de situação. Às vezes, você é marcado por cinco ou seis pessoas. Ninguém quer ir para um jogo e logo no início ser vaiado. Mas a grande maioria sempre me respeitou. Muitos me procuram para falar para não desanimar. E posso garantir que isso jamais vai acontecer. Sou altamente profissional.
Como é o clima no clube? Em outros anos, havia certas divisões entre grupos. E hoje?
Hoje o Botafogo tem jogadores que estão mais maduros. Isso facilita o trabalho e o ambiente. Isso vem desde o presidente, até o treinador. A diretoria, apesar das dificuldades, está buscando honrar os compromissos. O reflexo dentro do elenco acaba sendo bom.
Pelo Botafogo, você conquistou dois Cariocas. No seu currículo tem também um Paranaense e um Paulista. Algum deles tem um sabor especial?
Todo título é importante. Difícil escolher um (assista aos gols da campanha do Glorioso no Carioca deste ano no vídeo acima).
O que falta hoje na carreira do Lucio Flavio?
Principalmente, um título nacional. É o primeiro sonho de todo atleta. Depois, vem um torneio internacional.
Saindo de dentro dos gramados. Vamos falar como é o Lucio Flavio longe dos campos. O que gosta de fazer?
Quando não tem jogo, procuro ficar com a minha família. Tenho um casal de filhos. A Lara tem seis anos, e o Levi, três. Eles sentem falta. O tempo que eu tenho fora do clube fico com eles. Vamos passear, na piscina, no shopping. Aproveito o tempo para estar com eles.
Além de estar com a família, quais os seus passatempos?
Gosto mais de assistir a filmes. De qualquer gênero. Só não gosto muito de suspense. Também vejo televisão. Gosto de assistir a programas esportivos.
E se nesses programas estiverem criticando você?
Não tenho muito problema com isso. Sei avaliar o momento do elogio e das críticas. Tem muita crítica construtiva. Também gosto de me atualizar sobre o mundo. Tem que saber como estão as coisas. Isso é importante até para a carreira.
Como você se definiria como jogador e como pessoa?
Como jogador, sou muito profissional. Como pessoa, sou simples e correto naquilo que faço.
A Uefa revelou nesta segunda-feira os candidatos à premiação de melhores da temporada 2009/2010 em competições organizadas pela entidade. Atual vencedor da Liga dos Campeões, o Inter de Milão é o clube com mais indicados: cinco ao todo – os brasileiros Julio Cesar, Maicon e Lúcio, além do argentino Milito e do holandês Sneijder.
A Uefa reduziu a lista para apenas três jogadores por posição (goleiro, defensor, meia e atacante). Dos 12 nomeados, sairá o melhor jogador da temporada. O atual detentor da honraria é o argentino Lionel Messi, do Barcelona.
A lista foi feita a partir de uma votação dos treinadores das 16 equipes que chegaram às oitavas de final da última edição da Liga dos Campeões. Os vencedores serão conhecidos no próximo dia 26 de agosto, às 12h45 (de Brasília), em cerimônia no Fórum Grimaldi, em Mônaco, quando também serão sorteados os grupos da edição 2010/2011 do torneio continental.
Melhor defensor:
Lúcio (Internazionale)
Maicon (Internazionale)
Gerard Piqué (Barcelona)
Veja a matéria e lista completa aqui
Fonte: uefa.com / globo.com
Edinho ressalta importância da Sul-Americana que dará vaga na Libertadores a partir deste ano.
O volante já foi campeão do torneio pelo Inter, em 2008, quer mais um título.
Pelo Internacional, Edinho conquistou quase tudo o que esteve a seu alcance. E agora, espera repetir o feito pelo Verdão – a começar pela Copa Sul-Americana. O time estreia na próxima quarta-feira, contra o Vitória, no Barradão.
- A Sul-Americana hoje em dia é muito importante. Antigamente, os clubes a usavam apenas para testar jogadores, esse tipo de coisa. Agora todos vão entrar para conquistar o título. Será uma competição muito difícil e temos de pensá-la com seriedade para poder vencer – alertou o camisa 3.
A disputa é muito mais curta do que a do Brasileirão. Via Sul-Americana, o Palmeiras pode garantir o título e a vaga na Libertadores com apenas 10 jogos – pouco mais de um quarto do Nacional, que tem 38 partidas. Quando defendeu o Inter, Edinho conquistou o torneio em 2008 – único título de equipes brasileiras.
fonte: globo.com
Com poder para superar um campo muito pesado e um empate-relâmpago, o Botafogo derrotou o Vitória por 3 a 1 neste domingo, no Barradão, e acabou com um jejum de oito jogos sem vencer.
O time buscará continuar sua recuperação no próximo sábado, diante do Atlético-MG, no Stadium Rio.
fonte: site botafogo